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domingo, 26 de março de 2017

Zap nada, pegunte logo a música que ela (e) ouve e tudo se resolve.. quase sempre

Talvez não seja como uma boa cantada... mas vou te falar  facilita muito para conhecer uma  pessoa que se deseja. E a partir disto saio defendendo: nós  somos o que ouvimos,  me arriscando  ir até um pouco mais além. Quando quiser flertar com alguém esqueça de pegar o número do zapp e pergunte logo  a música que ela ouve; além de facilitar o  "desenrolar", posso te garantir que descobrirá particularidades da  personalidade como  se  é alegre ou reservada, formal ou eclética e até se dança ou segura a criança .. Mas lembre-se  a regra vale também para conquistar boas amizades, eu  já fiz eternos amigos pela música,  até de gostos musicais bem diferentes confesso, mas quase sempre a conversa parte do mesmo princípio "e aí  que música você gosta de ouvir ?" Em uma época em que as pessoas se ouvem tão pouco, quem sabe uma conversa iniciada pela musica não seja o caminho para  encontros com um futuro amado ou amada? Já pensou  a respeito, faça um teste, afinal você é o que você ouve,  quase sempre kk....  Axé

segunda-feira, 13 de março de 2017

Quando o menos é muito, muito mais: terra batida e boa energia fazem um samba espetacular

Entre 1930 e 1970, o desfile das escolas de samba tinha dois atos: a apresentação do samba enredo e de versos improvisados conhecidos como sambas de terreiro.
Esse nome se deve ao fato de que os versos eram compostos nos espaços de terra batida que depois vieram a se transformar nas quadras que hoje conhecemos.
Após a mudança para tocar somente o samba enredo durante todo o desfile, as escolas mantém a tradição de cantar e tocar esses sambas de terreiros nas quadras durante o ano todo, como uma marca da escola, como um grito de guerra.

E para nossa sorte, essa maravilha saiu das quadras e tem conquistado os quintais por aí afora.
Você pode estar se perguntando: Quintal? Não escrevi errado não. É isso mesmo.
Tive o prazer de conhecer nesse sábado, o famoso Quintal do Portuga na cidade de Limeira-SP.
O simpático Sr. Portuga abre as portas da casa dele, ou melhor, o quintal da casa para receber centenas de pessoas para prestigiar um dos melhores sambas de terreiro.
Chão de terra batido, duas ou três árvores para garantir a sombra e pronto: o local perfeito para o samba acontecer.
Nos muros, painéis com grandes nomes do samba: Cartola, João Nogueira, Moacyr Luz, Martinho da Vila, Osvaldinho da Cuíca e por aí vai.
Nas mesas espalhadas pelo quintal toalhinhas xadrez dão um charme todo especial no ambiente.
Culinária de boteco: pastel, cuscuz, amendoim a disposição. A cerveja geladinha ou a caipirinha de limão a gosto do freguês.

Nessa tarde de sábado, São Jorge bem no centro da roda dá as boas vindas aos amigos. Serginho e Buzinga são os anfitriões do Quintal. Junto com uma turma de dez músicos eles fazem o samba acontecer. A amizade e o talento dos músicos é algo que impressiona. Músicos de cidades diferentes, que quando se encontram a sintonia entre eles é natural e o repertório sendo moldado ao vivo. O samba é das antigas, aqueles de qualidade. Se você tiver pedidos, pode ficar a vontade pra fazer. Música autoral é sempre muito bem vinda na roda. É músico e foi lá pra prestigiar: logo você está na roda tocando. Foi só pra prestigiar? Em questão de minutos você está sambando ou cantando ou batendo na palma da mão ou ainda fazendo tudo isso. É uma coisa de energia, de pele, é natural.
Não dá pra se segurar. Não dá pra ficar parado. Não tem como não se encantar.   
Umas horinhas de muito sol e calor e a chuva resolve cair. Problema? Nenhum! A gente interpreta como sendo benção do céu. Espera um pouquinho e pronto. A chuva cessa e a gente continua.
Molhado mesmo. O chão agora não levanta mais poeira. A terra batida não deixa poças. A energia foi revigorada. O samba veio com o dobro de empolgação. E a noite não poderia ficar melhor: a lua deslumbrante, branca e cheia como gosta São Jorge ilumina o terreiro, a música de Zeca Pagodinho – Minha Fé, todos abençoados e radiantes pelo espetáculo que acabou de se ver e sentir.

Mais uma vez eu vejo, vivo e posso falar das coisas simples e boas da vida: espírito de boemia, boa música, família e amigos, amizade e o respeito com o samba. É isso que se chama samba. É disso que eu venho falando! 
Ô sorte a nossa!!!

quarta-feira, 8 de março de 2017

Regiel vem chegando em nosso cantinho: Um pouco mais de poesia...

E ele disse sim. Escritor, poeta, artista Regiel Mendes aceitou nosso convite e  está vindo mostrar em nosso cantinho escritos, "causos", poemas e poesias no espaço "Um pouco mais de poesia". Seja bem vindo Mendes. O quer seria do mundo sem as palavras e sem as poesias escritas, faladas e musicadas... Degustem até o último sentido meus queridos

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Palco Iluminado: Núcleo Xô Segunda


"A vida vai ser sempre essa roda gigante e, se você não aguenta o frio na barriga na hora da descida, não vai sentir o vento no rosto e a sensação única da subida. E vai por mim, a vista lá de cima é incrível..."

O tempo é favorável: estamos em pleno Carnaval, uma das festas mais populares do mundo, principalmente no Brasil.
E nesse clima, nessa sexta, o SESC Piracicaba convidou para o Luau de Verão, o Núcleo Xô Segunda para carregar a bandeira do samba.
A Roda Gigante mais uma vez se reuniu. E girou.
Quem estava lá pode sentir a energia que vem do inexplicável. 
Ali, muito talento reunido. Tem quem compõe, quem toca, quem escreve, quem faz melodia. Sentado nesses banquinhos tem jovens de 20 e poucos anos. Tem os jovens que somam mais de 20 anos de carreira também.  
Os sambas são autorais. 
Tem os que falam de amor. Tem os que falam de problema social e do cotidiano. Tem música de alegria e descontração. 
A Roda é solidaria em quase todos os seus encontros: são muitas ações sociais que rodeiam o projeto: já juntou-se leite, brinquedos, materiais de higiene. 
Entre eles tem algo totalmente diferenciado das bandas que existem aos montes na noite em geral: o que os une não é o sucesso ou o dinheiro. O que os une é a amizade e os bons momentos compartilhados.
Falar que a Roda está completa nessa foto não é verdade. Somos muito mais.
Falar de Xô Segunda é falar de quem está no palco e de quem está em frente a ele que se torna um só. São as famílias dos músicos. São muitas famílias que acompanham por carinho o Núcleo. São muitos amigos. São Jorge no centro. E uma presença que os abençoa lá do Alto, sempre representada em todos os encontros. E com isso, formamos uma só família: a do Xô Segunda, da Roda Gigante.
A vista lá de cima é incrível sim. É a vista de pessoas do bem num mesmo ambiente, com um objetivo comum: se reunir, fazer música de qualidade e confraternizar. E nunca se esquecer que o mais importante é o mais simples. Ser feliz é de graça!
Sobre esse show, muita preparação, ensaios, noites em claro para apresentar uma noite linda. O resultado foi como esperado: pessoas felizes, abraços, muito samba, palma da mão, risadas e horinhas de puro prazer. 
Um pequeno resumo: Vento no Rosto, Sensação Única, Palco iluminado e Noite Abençoada. 
E um brinde, claro, com aquela gelada no final do show pra comemorar a vida com todos reunidos na velha mesa de um bar!!! 
Gratidão define!!! 
  

Sesc Piracicaba, Sedema e o jeitinho Safadão de se fazer sons por aqui

Vou te confessar meu universo caiu, sabe aquela pontinha de esperança? Há alguns dias me veio a notícia que o Sesc de minha cidade tinha sido notificado pelo Sedema várias vezes em função das apresentações musicais que estavam se dando por lá, acreditam? Tentarei ser breve: Como uma pessoa pode ligar para um órgão de fiscalização acusando um dos maiores fomentadores de música e cultura do Brasil de arruaça? Eu sei que esta tal lei do silêncio, não é só um "privilégio" piracicabano,  muitas outras cidades estão passando por esta mesma situação, mas você já se perguntou  quem perde? Há uma  tremenda falta de critérios muito bem orquestrada, afinal que jeito mais prático de calar a cultura?   O mais triste é que ninguém parece perceber  a mordaça imposta pela lei dos 52 decebéis, é a música e a cultura sendo  multadas pelo silêncio. Em contra partida mês que vem teremos o show do Wesley Safadão no estádio municipal de Piracicaba, e no joguete está tudo liberado. O sensacional desta história é que mesmo morando a quase 7 quilômetros do local, a exemplo de outros shows que se deram ano passado por lá, já estou me preparando para a sensação do Safadão cantando e dançando dentro de minha casa, mas isto pode ... Entendeu? Quais os critérios? Alguém me diz quais os critérios?  Será que o Wesley tem um jeitinho Safadão que libera sua batucada? Pois do jeito que a coisa anda a impressão que dá é que  logo vão te proibir de cantar até no chuveiro.... 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Aos que não gostam do carnaval - por André Bertini


Quem é você? Diga logo que eu quero saber do teu ódio. Sinhá não quer batuque na cozinha nem em lugar nenhum e faz de tudo para silenciar a batucada dos nossos tantãs. Por que madame gosta que ninguém sambe e quer ver nossa viola bem no fundo do baú?
No início do ano essa discussão ganha um componente aditivo: São três, quatro dias, às vezes, até uma semana de folia para desespero das carolas e conservadores de plantão. Até a crise usam para justificar cancelamentos de eventos oficiais previamente estabelecidos nos orçamentos municipais. “A saúde um caos e a prefeitura gastando dinheiro com carnaval...” bradam o refrão já batido. Minha curiosidade não se segura e tenta adivinhar se os problemas na área de saúde e educação vão ser resolvidos retirando o carnaval do povo.
É verdade que muito antes do Brasil o carnaval já existia. Mas, como o futebol, macunaimamente, nós esquartejamos, comemos o carnaval e parimos o nosso próprio, de pés descalços, inebriados de cachaça.  A partir disso, o país e a festa popular tornaram-se indissociáveis, mais: transformaram-se em um só. É a santíssima trindade tupiniquim: Povo, carnaval e futebol, unificados a partir do início do século XX.
Democrático, como sempre foi, o carnaval torna quase real o devaneio dos foliões. São freiras, padres, até papas, são piratas, são reis, são palhaços e marcianos, dançando à sombra de alegorias. Senhores do próprio destino até que uma quarta-feira de cinzas transforme em pó tudo o que foi sonhado. Doce ilusão. Mas, no entanto, é preciso cantar. É preciso cantar para alegrar a cidade! É das cinzas que levantamos, sacodimos a poeira, damos a volta por cima e, com o respaldo de nosso peculiar calendário, iniciamos o novo ano de fato. Precisamos dessa orgia para encararmos entorpecidos o peso dos meses que se avizinham. O salário que não compra o básico, afinal, de que serve um saco cheio de dinheiro para comprar um quilo de feijão? O abismo separando uns com tanto e outros tantos com algum da maioria, sem nenhum. O soluçar de dor que ninguém ouviu. As Ritas que levam nossos sorrisos. Essa tristeza que não tem fim furando nosso peito, que nem tem mais onde furar. As tábuas que vão caindo, as Iracemas pinchadas no chão, nos paralelepípedos das velhas cidades, os apitos que emudecem, fazendo com que os nomes caiam no esquecimento. É preciso, sim, cantar, para lembra-los! É preciso cantar, pois uma melodia acende no coração do povo a esperança de um mundo novo.
Se as cinzas servem para lembrar que a loucura do carnaval chegou ao fim, elas também alertam e nos fazem questionar se a loucura real não está na sociedade construída por nós ao longo dos anos, na qual se passa mais tempo dentro de um escritório do que na própria casa, na qual se justifica a miséria em função do capital, uma sociedade racista, machista e homofóbica. O menos louco no salão da vida é folião. Deixem o folião em paz, na folia, e voltem para os seus jornais e suas novelas.


domingo, 12 de fevereiro de 2017

A influência e o poder da música na vida

Somos movidos a música. 
Impossível discordar dessa afirmativa.
Atividades cotidianas como dirigir ou limpar a casa, são executadas na maioria dos casos, embaladas pelas músicas favoritas.
Gosta de filmes? Como não conhecer a trilha sonora de Dirty Dancings, Titanic ou Indiana Jones.
Está em um casamento? A marcha nupcial anuncia que a noiva está entrando.
TV? Trilhas de novelas, vinhetas de comerciais são facilmente captados por nossos ouvidos e mesmo sem olhar para a televisão somos capazes de reconhecer do que se trata através da música.
Crianças? Quantas e quantas mães se utilizam de recursos musicais para ninar ou acalmar os pequenos.
A música está presente em nossa vida a todo momento.
Sempre temos aquela música que marca determinado momento da nossa vida ou que nos faz lembrar de alguém especial.
Vou relatar uma experiência bem bacana da minha vida com música.
Em outubro de 2016, decidi fazer uma peregrinação chamada Caminho do Sol. Uma caminhada de 241 quilômetros que tem como objetivo além da prática e prazer pela caminhada, refletir sobre a vida e buscar respostas para os grandes dilemas que passamos.
Como sou uma pessoa extremamente apegada a família e amigos, escrevi uma carta muito especial e pedi que cada pessoa me indicasse uma música para levar comigo.
Recebi ótimos “presentes musicados”. Baixei em uma plataforma eletrônica todas as indicações e fiz uma playlist para esses dias de caminhada.
Inacreditável o poder de cada musica, que naquele momento, tinha muito haver também com a energia de cada pessoa que havia me indicado. Quando estava num momento de extremo cansaço ou quando a vontade de desistir que é um estado natural do ser humano, eu colocava minha playlist e cada música serviu como alavanca para que eu concluísse com muito sucesso essa minha aventura.
Durante alguns trechos, meus amigos de caminhada, vendo minha força, me pediram se eu poderia compartilhar as músicas, para que o grupo andasse embalado pela mesma boa energia que me impulsionava.
Foram passos e mais passos cheio de música e bem mais alegres.
Logo, estarei partindo para uma próxima longa caminhada, um pouco maior e mais difícil que a última que fiz. E aqui, tenho um pedido muito especial a todos os leitores: você pode me dar um “presente musicado” e me indicar uma música para colocar na minha playlist?
Tem muito mais haver com carinho do que com ritmo, ok?
Vou esperar e receber todas com muito carinho e depois faço questão de dividir essa nova experiência também aqui no blog.
Desde já, agradeço de coração!
E desejo muita música na vida de todos nós!!!


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A influência das mídias sociais na música...

Foi-se o tempo em que para ouvir nossas canções favoritas precisávamos tomar banho, escolher uma roupa bacana, conseguir uma carona, convidar amigos e enfim, sair pra ir a um clube ou barzinho para assistir um show...
Hoje, na era digital, de pijama e no aconchego do nosso lar, estamos ficando cada vez mais próximos a nossos ídolos.
Ok, não quero em momento algum dizer que é exatamente a mesma coisa, que se tem exatamente a mesma emoção.
Mas quando algum fator nos impossibilita de estar em determinado lugar, numa determinada festa, essas ferramentas são porretas!
E aí, as opções são milhares.
Já podemos “pedir amizade” ou “solicitar para seguir” nas redes sociais e acompanhar cada passo dos nossos ídolos. Podemos também dar aquele “joinha” nas páginas das bandas e ficar por dentro de tudo que acontece sem precisar comprar os jornais e revistas.
Depois, começou-se através dos vídeos gravados e posteriormente publicados no youtube, facebook e instagram. Digamos que já tínhamos dado um grande passo.
As bandas e grupos se colocaram mais a vista e a disposição do público. Estamos também na moda dos ensaios abertos. E quer coisa mais gostosa e descontraída que isso? Poder participar de perto da escolha do repertório, sugerir músicas, ver o ajustes de tons, ver o talento individual de cada integrante. Podemos dar pitacos a vontade, afinal, os músicos estão ali a disposição para isso.
E sobre os lançamentos? Antes precisávamos esperar os LPs ou CDs chegarem as lojas. Nossa Senhora da Ansiedade ficava com as orelhas fervendo. Ahhh, os dias de hoje! Em pouquíssimo tempo após o anuncio, as plataformas de música já estão com tudo lá disponível. Um clique e pronto: a canção já está no seu celular para você escutar quantas vezes quiser.
Está escutando uma canção e quer saber qual é? Simples. Tem app de reconhecimento de música. Basta colocar um trechinho e ele busca, nome, artista, disponibiliza a letra e a canção para escutar. Impressionante não é mesmo?
Se quiser se aprofundar na história de determinado cantor, escutar suas músicas mais antigas, tá tudo ali disponível. A internet veio pra facilitar e muito nesse sentido, como por exemplo, encontrar todo tipo de informação que você precisa. Santo Google!  
Como tudo que é bom ainda pode melhorar, agora existe as live. Ohhhh, coisa boa!
Confesso que sou fã desse recurso. Esse ano então, tenho acompanhado vários artistas dessa forma. Em tempo real, você pode assistir o show, comentar, pedir música, mandar ou pedir beijo pra mãe,pra tia e pro cachorro, pode fazer perguntas e mostrar que você está ali, ligadinho em tudo que está acontecendo.
Se tá todo mundo usando direitinho essa ferramenta: claro que não. Como tudo nesse mundo, existem pessoas que não tem bom senso. Mas uma coisa é certa: sabendo usar com responsabilidade, tantos as bandas como nós fãs, somos muito beneficiados.
Você tem a chance de acompanhar programas de rádio, bastidores de TV, divulgação de trabalho, agenda de shows, passagens de sons, o próprio show, tudo através das live, que estão disponíveis nas duas redes sociais mais utilizadas: Facebook e Instagram. Em qualquer lugar do planeta que você esteja, se tiver uma conexão com a internet, pronto; você estará acompanhando tudo de "perto".
Acredito que não para por aí: muita coisa boa ainda está para chegar. A ideia é uma só: conectar as pessoas e fazer com que a música atravesse fronteiras e vá muito mais longe.

Nós que somos apaixonados por música, agradecemos e muito! 
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