terça-feira, 9 de novembro de 2010

Dividir e conquistar, será?




Poxa no último fim de semana estava conversando com um amigo e na pauta, entre várias cervejas ele comentou que um projeto muito legal de samba, em função de problemas internos e coisas que nem convém mencionar aqui havia acabado. Sinceramente este processo que afeta a classe de alguns grupos e projetos é coisa que sempre vai incomodar. Afinal administrar egos em projetos que costumam ganhar notoriedade não deveria ser maior que o projeto em si. Quase sempre quando a popularidade chega, por causa do coletivo, a mesma história de carreira solo, música solo, ou solo por solo sempre acaba atrapalhando onde com certeza poderia dar muitos frutos produtivos, eu pelo menos penso assim. Não que deixe de ser justo e necessário "caminhar" pelas próprias pernas, mas como conversei com este grande músico naquele sábado, existe hoje entre nós um individualismo que dia a dia impede que bons trabalhos coletivos sobrevivam, tapando lacunas que possibilitariam o surgimento de novas possibilidades. Raul Seixas já dizia "sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade".

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A música pulsa como um Eco, estes sons meus amigos são os nossos teleco tecos que vibrantes pulsam igual nossos corações, valeu o comentário!!