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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Papo de Teleco Teco: A música brasileira deste século por seus autores e intérpretes Vol. 6

Fernano Faro criou o Ensaio em 1969, um programa onde os músicos se apresentam interagindo com o apresentador onde além de cantarem suas músicas, contam histórias e fatos cotidianos de sua carreira. Foi partindo destes programas que em 2000 Danilo Santos Miranda e J. C. Botezelli, o Pelão transformaram tais registros em uma série de discos intitulados "A música brasileira deste século por seus autores e intérpretes". Geraldo Filme, Paraguassu, Adoniran, Roberto Silva e Cyro Monteiro são alguns dos nomes desta série que pode ser considerada como um dos maiores registros da cultura musical brasileira. O Ecos disponibiliza agora o 6º vol desta série e em breve outros virão, afinal Isto é Papo de Teleco Teco. *Créditos dos discos ao Um que tenha* por Ecos































































Atenção: Este link encontra-se na Internet através de blogs e não é de responsabilidade do Ecos do Teleco Teco devendo ser deletado de seu micro no período máximo de 24 horas.Recomendamos que adquiram o cd na intenet através de sites como http://www.buscape.com.br/ ou similares preservando os direitos do ator)

Papo de Teleco Teco: A música brasileira deste século por seus autores e intérpretes Vol. 7

Fernano Faro criou o Ensaio em 1969, um programa onde os músicos se apresentam interagindo com o apresentador onde além de cantarem suas músicas, contam histórias e fatos cotidianos de sua carreira. Foi partindo destes programas que em 2000 Danilo Santos Miranda e J. C. Botezelli, o Pelão transformaram tais registros em uma série de discos intitulados "A música brasileira deste século por seus autores e intérpretes". Geraldo Filme, Paraguassu, Adoniran, Roberto Silva e Cyro Monteiro são alguns dos nomes desta série que pode ser considerada como um dos maiores registros da cultura musical brasileira. O Ecos disponibiliza agora o 7º vol desta série e em breve outros virão, afinal Isto é Papo de Teleco Teco. *Créditos dos discos ao Um que tenha* por Ecos
















































A Música Brasileira Deste Século Por Seus Autores e Intérpretes Vol. 7 CD 11: Sá e Guarabira (2003)


















Atenção: Este link encontra-se na Internet através de blogs e não é de responsabilidade do Ecos do Teleco Teco devendo ser deletado de seu micro no período máximo de 24 horas.Recomendamos que adquiram o cd na intenet através de sites como http://www.buscape.com.br/ ou similares preservando os direitos do ator)

domingo, 20 de dezembro de 2009

E POR FALAR EM TIA CIATA: O SAMBA SOCIAL DE HILÁRIA BATISTA DE ALMEIDA



O samba é social, por favor não o rotulem somente a cantorias, cavacos e violões afinados, ele é transformador, sutil e articulador, desmonta paradgmas, cria novos universos se remoldando como todo bom brasileiro.
Hilária Batista de Almeida nossa Tia Ciata, ou Tia Asseata como era chamada pelos mais íntimos, tem e sempre terá papel importantíssimo na história do samba brasileiro. O texto abaixo retrata de forma objetiva sua importância e influência na fixação deste ritmo em nosso país.
No contexto do qual resultou a fixação do samba no Rio de Janeiro nos últimos anos do século XIX e nos primeiros do século XX, a presença das chamadas "tias" baianas foi da maior importância, sob qualquer ângulo que se estude a questão.
Como guardiãs da cultura popular que elas mesmas transportaram de Salvador para o Rio de Janeiro como transmissoras dessa mesma cultura para seus descendentes e para os que delas se aproximaram na nova terra; como sacerdotisas de cultos e ritos herdados de ancestrais e legados ao futuro; como festeiras eméritas, mestras na arte do samba, versadoras, improvisadoras, cantadeiras, passistas e mesmo como cozinheiras absolutas, mantendo por dias os fogões acesos e os quitutes quentinhos para os que vinham "brincar o samba" em seus casarões em festanças que chegavam a durar uma semana.
Tia Bebiana, Tia Preseiliana de Santo Amaro, Tia Veridiana, Tia Josefa Rica eram assim também e tantas outras mais. Porém ao ser focalizada a história do samba, o nome que aparece com mais destaque, citado nas entrevistas dos contemporâneos como
João da Baiana, Pixinguinha, Donga
, entre outros e por todos os historiadores, é o de Hilária Batista de Almeida, a Tia Ciata para a maioria, Tia Asseata para alguns.

Casada com João Batista da Silva, um negro também baiano que havia cursado - sem concluir - medicina em Salvador e ocupava bons empregos no Rio, por conta de seu preparo, Ciata reinava absoluta no casarão da rua Visconde de Itaúna onde segundo Pixinguinha "tocava-se choro na sala e samba no quintal". Tal divisão era explicada pelo fato de ser o choro tolerado pela polícia, enquanto o samba era considerado coisa de marginais e perseguido. Como a posição social dos donos da casa estava acima do habitual, gozando de certo prestígio perante as autoridades, usava-se o disfarce do choro na sala da frente e sambava-se à vontade no quintal sem que a polícia batesse à porta.
Mãe-de-santo afamada, Tia Ciata festejava seus orixás, sendo famosas suas festas de São Cosme e Damião e de sua Oxum, Nossa Senhora da Conceição. Nas festas profanas suas habilidades de partideira a destacavam nas rodas de partido-alto, e seu neto Bucy Moreira aprendeu com ela o segredo do "miudinho", uma forma de sambar de pés juntos que exige destreza e elegância, no qual Ciata era mestra.
Além de cozinheira perfeita, a baiana tinha mão abençoada para doces, no testemunhar de quantos os saborearam. Vestida de baiana, também os comercializava pelas ruas do Rio de Janeiro e com tino comercial alugava roupas de baiana para outras vendedoras, chegando a manter uma equipe só sua de ambulantes nas ruas.Já viúva, reverenciada como rainha (no Carnaval os ranchos desfilavam sob sua janela), figura exponencial da Festa da Penha, faleceu em 1924 cercada do respeito de pessoas de todas as camadas sociais da cidade. por Fábio

sábado, 19 de dezembro de 2009

Papo de Teleco Teco: Ariano Suassuna o homenageado de novembro no Ecos

"Arte pra mim não é produto de mercado, podem me chamar de romântico, Arte para mim é missão, vocação e festa" Ariano Suassuna


Em uma época em que o erudito e o popular se conflituam, separando e distanciando cada vez mais o povo da elite surge Ariano Suassuna; o pernambucano divertidíssimo de voz rouca que buscou fundir peças musicais regionais no universal e também o popular no erudito; sustentando e não descaracterizando as raízes culturais pernambucanas, em um movimento que poderia ser visto como uma matriz antecessora ao hoje também revolucionário Mangue Beat. A própria Isaar França, uma das representantes do movimento Mangue, em conversa com Ariano certa vez disse: Para falar a verdade a gente só foi comparado à Música Armorial depois que Ariano viu a gente, que adorou, né? E virou um fã. Aí ele descobriu elementos armoriais na música da gente que a gente ainda não tinha percebido [...] a gente já conhecia e ouvia e gostava, mas consciente a gente não tinha feito nada Armorial. Talvez assim, as vozes da gente juntas dá um timbre que parece, sei lá, alguma coisa Armorial.” (Isaar de França)



Entre as várias vertentes da arte Armorial uma das de maior destaque é a Música Armorial, que tem como base a arte musical pernambucana contida nos estudos do compositor Guerra Peixe (década de 50), lapidada por influências regionais do interior pernambucano como xangôs, maracatus, rezas para defunto entre outras influências da diversidade cultural pernambucana inspiradas por rabecas, violas sertanejas, banda de pífanos, cantorias e elementos percursivos africanos. Seu inicio deu-se no dia 21 de agosto de 1970 representada a princípio pela Orquestra Armorial liderado por Suassuna (com seus instrumentos populares e músicos sem formação acadêmica) e o maestro Cussy Almeida (que defendia a necessidade de instrumentos eruditos). Porém após discordâncias pessoais ambos se separaram; seguindo caminhos opostos, embora cinérgicos. Cussy continuou com a Orquestra Armorial, enquanto Ariano com mais cinco jovens formaram o Quinteto Armorial. O Quinteto Armorial baseou suas composições sonoras em elementos reginais como o canto dos cegos, nos benditos e incelenças da religiosidade popular revolucionando o cenario musical mas também resgatando vários elementos do cotidiano pernambucano.




Com o tempo Quinteto Armorial se transformou em Orquestra Romançal Brasileira, e por fim, Trio Romançal; onde hoje temos a Camerata Armorial regida por Rafael Garcia e o Grupo Orange regido por Cussy de Almeida. Ariano Suassuna sempre divergiu quanto a não existência de instrumentos populares na Orquesta Armorial e foi partindo deste impulso que criou um novo jeito de se fazer música, rompendo preceitos e por consequência insentivando que muitos grupos musicais atuais de Pernambuco busquem através da cultura popular e regional inspirações para revolucionar o cenário musical e porque não dizer suas próprias vidas. Ariano Suassuna homenageado de novembro do Ecos é Papo de Teleco Teco. Abaixo você encontra alguns importantes trabalhos do Quinteto Armorial que também é Papo de Teleco Teco. por Fábio












































Atenção: Este link encontra-se na Internet através de blogs e não é de responsabilidade do Ecos do Teleco Teco devendo ser deletado de seu micro no período máximo de 24 horas.Recomendamos que adquiram o cd na intenet através de sites como http://www.buscape.com.br/ ou similares preservando os direitos do ator)

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Sargentelli explorador ou exportador de mulatas?





É claro que não poderia deixar a semana Sargentelli ser encerrada sem a polêmica que o acompanhou durante grande parte de sua vida. Afinal no auge do processo que Sargentelli utilizou para divulgar o ziriguidum e teleco teco de seu cartel de mulatas, muitos o acusaram de explorador da sensualidade brasileira, por acreditarem que o mesmo utilizava a figura da mulata como um produto de mercado. Mas, se os indianos podem exportar a dança do ventre para o mundo, que também tem conotação sensual, porque implicar com o bohêmio por exportar a sensualidade e gingado de suas sambistas? Questão de interpretação diriam os advogados ;o). Falando em advogados, em 95 Sargentelli ganhou as páginas de alguns jornais, por ser processado sob alegação de racismo através da Comissão de Valorização e Integração Política do Negro do Rio Grande do Sul, com argumentos que o apontavam na época como explorador da mulher negra o que deu uma "baita" repercussão. Talvez se Sargentelli tivesse perdido o processo, hoje em dia daria até precedentes para muitas agremiações carnavalescas processarem algumas rainhas de baterias, que nuas ou com seus mini tapa tudo usam da imagem e história destas escolas para "explorar" e garantir períodos de fama e o que é pior sem requebro. Processo Sargentelli as avessas? Vai saber né? Prós e contras, o samba ganhou e seduziu o mundo pela figura de Sargentelli, exportando parte de nossa brasilianidade para além mar. Sargentelli exportador ou explorador? Deixo a resposta para vocês ... comentem aí vai. por Fábio

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Reinvente-se agora!!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Papo de Teleco Teco: Uma discografia que faz sentir estar dentro das boites de Oswaldo Sargentelli


Sargentelli amava o samba, era portelense, filho de Ogum, Iemanjá, Oxum e Oxossi. Era o rei do bate papo, da conversa de botequim, do samba da caixinha de fósforo, do bom humor, da irreverência e seus trabalhos traduziam exatamente o que este sambista queria transmitir, a irreverência. Clementina de Jesus, Dona Ivone, Roberto Silva entre muitos outros sambistas e artistas de qualidade e sucesso frequentaram e se apresentaram em seus espetáulos. Abaixo um vídeo onde Oswaldo Sargentelli fala de samba explicando um pouco da sua concepção quanto a importância de Noel Rosa, e logo abaixo discos importantes dos trabalhos realizados nas boites deste sambista com a partipação de monstros antológicos do samba tradicional, afinal Oswaldo Sargentelli é Papo de Teleco Teco. Créditos dos discos ao Toque-musical




Sargentelli - Sambão 1970
coristas da madrugada - viva meu samba / mundo de zinco
conjunto nosso samba - um cântico a natureza
yvonne Lara - sem cavaco não
luiz bandeira - pout pourri
germano batista - não sou feliz
roberto ribeiro - triste destino
arlete maria - acabou
conjunto nosso samba - pout pourri
trio abc - oropa, frança e bahia
trio abc - vamos embora
sonia santos - o samba da minha terra
yvonne - agradeço a deus
germano batista - pout pourri

Sargentelli No Q.G.do Samba - 1972 - Quadra Geral

1. Pot-pourri - Com Coral do Joab2. A nossa nega - Com Pedrinho Rodrigues3. Encabulada - Com Sandra Amara4. Mulata fora de serie - Com Ataulfo Jr
5. Nem vem - Com Delio Marçal
6. Mestre ciriaco - Com Delio Marçal
7. Não posso pisar na areia - Com Pedrinho Rodrigues e Sandra Amara
8. Vou de geregê - Com Pedrinho Rodrigues
9. Pot-pourri de Ataulfo - Com Ataulfo Jr
10. Existe um Deus - Com Pedrinho Rodrigues11. Pot-pourri de marchas - Com Coral do Joab


Sargentelli - Ao vivo no Oba Oba - 1976
Neste album sambas cantados pelo próprio Sargentelli em forma de 'pout-pourri', mesclados com bate-papos descontraídos, contando suas histórias. Um disco sem interrupção, direto, mantendo todo o clima do espetáculo daquela noite. A relação das músicas deste ultimo disco encontra-se na contra capa é só clicar.









Atenção: Este link encontra-se na Internet através de blogs e não é de responsabilidade do Ecos do Teleco Teco devendo ser deletado de seu micro no período máximo de 24 horas.Recomendamos que adquiram o cd na intenet através de sites como http://www.buscape.com.br/ ou similares preservando os direitos do ator)

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

SARGENTELLI: O MAIOR MULATÓLOGO DO BRASIL

Oswaldo Sargentelli, sobrinho do grande inventor de marchinhas e hinos de futebol Lamartine Babo, foi inciado já cedo no samba. Sargenteli fez um pouco de tudo na vida; apresentou rádio, televisão, foi jurado, e também é considerado por muitos como um dos primeiros multimídias do Brasil. Inventor de termos como telecoteco, balacobaco, borogodó e ziriguidum, começou sua carreira no rádio em 1924 e nos anos 50 foi um dos pioneiros na televisão brasileira comandando programas polêmicos como Pingo nos iis, Advogado do Diabo e Em Poucas Palavras, todos com o mesmo formato, onde através de entrevistas em off com tom duro e agressivo deixava os entrevistados na maior "saia justa". Porém logo os problemas surgiram, afinal a maioria dos seus entrevistados eram políticos e autoridades em destaque; e como provocar políticos e autoridades em época de ditadura era prejuízo certo, Sargentelli além de fazer algumas "visitas" a cadeia teve em 1964 seus programas sensurados e proibidos de exibição pelo regime militar. Sem saída partiu para noite e somando sua alegria e expansividade montou as casas de espetáculo "Sambão", em Copacabana no ano de 1969, a "Sucata" em 1970, e em 1973 a "Oba-Oba" e a "Zinguidum" em São Paulo.


Tornou-se rapidamente um apresentador em cena, que unindo a sensualidade e ginga da mulata brasileira a performances de alguns cantores; destacou-se rapidamente não só no cenário nacional como também no mundo, recebendo por todos o adjetivo de Mulatólogo que seria sinônimo para um profundo conhecedor de mulatas.
Sargentelli fez o que até então parecia ser improvável, criando através de suas casas de espetáculos uma ponte que uniria a cultura popular contida nos subúrbios da Zona Norte, formado por mulatas, afro-descendentes, caboclos e até cafusos dotados de energia e profissionalismo a elite da Zona Sul, usando como elementos o samba, a fantasia, canto e a beleza da mulher brasileira quebrando preconceitos. O resultado foi casas de espetáculos lotadas não só de cariocas, mas também pessoas de todos os estados do Brasil e do mundo. Porém como desde o início de carreira Sargentelli não viveu só de afetos, haviam pessoas que questionavam muito seu trabalho, no ano de 1985 Sargentelli foi processado por racismo pela Comissão de Valorização e Integração Política do Negro do Rio Grande do Sul, apontado como explorador da mulher negra. No entanto este processo foi arquivado após disputa judicial.


Atualmente sua
sobrinha Sandra conhecida como Sandrinha Sargentelli continua os trabalhos de seu tio Sargenteli, através da Cia Sargentelli. Oswaldo faleceu no ano de 2002, quando apresentou problemas cardiológicos após sofrer forte emoção em razão de uma homenagem que iria ser feita para o mesmo nas gravações finais da novela O Clone, através de uma de suas mais famosas mulatas Solange Couto, que interpretava a personagem Dona Julia, dona de um famoso bar de samba na novela. Solange Couto considerava Oswaldo Sargentelli como um pai e o mesmo se sentiu muito emocionado pelo convite da ex mulata. O fato é que entre desafetos e afetos os depoimentos das mulatas e bailarinas que conheceram este alegre sambista são quase hunânimes ao citá-lo como uma figura carinhosa e atenciosa. Durante seu período entre nós Oswaldo Sargentelli ousando com irreverência deu um novo balacobaco e teleco teco no gingado da mulata brasileira. por Fábio (Na foto Solange Couto)

sábado, 12 de dezembro de 2009

Papo de Teleco Teco: Os discos e trabalho do Monobloco


"M. O. N. O. B. L. O. C. O que beleza Uhhh Monobloco"

O que começou como um projeto, virou oficina e hoje da orla de Copacabana contagia não só o carnaval de rua carioca como também o mundo. Formado pela base do grupo Pedro Luís e a Parede, o Monobloco tornou-se uma das referências do carnaval de rua carioca, sendo tão popular que até fecha o mesmo, rodeado por um público de aproximadamente 500 000 pessoas. Com repertório eclético, suas músicas vão de marchinhas carnavalescas à Tim Maia, passando pelo Funk de Mcs até músicas do Paralamas do sucesso. Com instrumentos carnavalescos refinados por agogôs, cavacos e tamborins envenenados o Monobloco desenvolve paralelo ao bloco uma oficina de percussão, e através de instrumentos de escola de samba desenvolve a musicalidade e o ritmo nos participantes. O Monobloco já se apresentou em países como Irlanda, Inglaterra, Sidney, Austrália e Nova Zelândia levando a versatilidade carioca para o mundo, afinal Monobloco é Papo de Teleco Teco. por Fábio




Monobloco - 2002

1. Vinheta Samba Enredo Monobloco 2002
2. Rap Do Cartão Postal
3. Madureira... É Assim Que É!
4. Domingo / Bom, Bonito E Barato
5. Imunização Racional (Que Beleza)
6. Mosca Na Sopa
7. Na Onda Do Berimbau
8. Maracatu Embolado
9. Eu Bebo Sim / Salve A Mocidade / Oba
10. Sino Da Igrejinha
11. Alagados
12. Cirande Em Frente
13. Cabeleira Do Zezé/Allah-Lá-ô/Mulata Yê-Yê-Yê
14. Samba Enredo Monobloco 2001
15. A Dois Passos Do Paraíso / Weekend



Monobloco ao vivo 2006 -



1. Coisinha do Pai/ Vou Festejar
2. Rap do Real
3. Miséria S/A
4. Os Orixás/ Anunciação
5. Tropicana
6. Primavera(Vai Chuva)
7. Do Leme Ao Pontal/ Descobridor dos 7 Mares
8. Imunização Racional(Que Beleza)
9. Baile da Pesada - part. esp. Fernanda Abreu
10. Endereços dos Bailes/ Igualdade/ Rap das Armas/ Rap da Felicidade
11. Aquarela Brasileira
12. Taj Mahal/ Filho Maravilha/ País Tropical
13. Suíte dos Pescadores/ Eu Quero é Botar Meu Bloco Na Rua
14. É Hoje

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Em Piracicaba - 12/12 - Clube do Samba

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Papo de Teleco Teco: A história do Brasil através dos enredos de Escolas de Samba

Uma aula de história do Brasil através dos sambas enredos. Dois discos fantásticos onde a semelhança não é só coinscidência, tanto Samba Enredo e Aula de Samba tem a produção da família da Vila. O primeiro feito por Martinho em 1980 e o segundo por Martinália em 2007. Muita polêmica envolve os sambas enredos desta época; imposição do Estado Novo através da figura de Getúlio ou instrumento para diferenciar tais Escolas dos ranchos carnavalescos que abordavam temas como a lua, as estrelas, o perfume das flores entre outros, o que mais importou foram os resultados finais, que podem ser traduzidos como uma das maiores marcas do talento, percepção e pesquisa de seus compositores quanto a historicidade e música do Brasil. Como vivemos em uma época que alguns sambas enredos tem de estar linkados a interesses de patrocinadores, se alguns compositores atuais tivessem que voltar aos tempos idos para concorrer com certeza ganhariam alguns cabelos brancos e poucas glórias em seus currículos ; porém isto já é história para um outro post de um outro carnaval, afinal Samba Enredo 1980 e Aula de samba - A história do Brasil cantada por Sambas Enredo são Papo de Teleco Teco. por Fábio

Martinho da Vila - Samba Enredo 1980

1 Quatro séculos de modas e costumes (Martinho da Vila)2 As três capitais (Bidi)3 Sublime pergaminho (Nilton Russo, Zeca Melodia, Carlinhos Madrugada)4 Benfeitores do universo (Hélio Cabral)5 O Grande Presidente (Padeirinho)6 Machado de Assis (Martinho da Vila)7 Chico Rei (Geraldo Babão, Binha, Djalma Sabiá)8 Legados de D. João VI (Picolino, Waldir 59, Candeia)
9 Dia do Fico (Cabana)10 Os cinco bailes da história do Rio (Ivone Lara, Bacalhau, Silas de Oliveira)11 Amazônia (Inferno Verde) (Zinco, Darcy Caxambu)
12 Ao povo em forma de arte (Wilson Moreira, Nei Lopes)


Aula de samba - A história do Brasil cantada por Sambas Enredo
01 - Exaltação à Tiradentes (Estanislau Silva / Mano Décio / Penteado - Imperio Serrano) na voz de Chico Buarque
02 - Benfeitores do Universo (Hélio Cabral - Cartolinhas de Caxias) na voz de Zelia Duncan
03 - O Grande Presidente (Padeirinho - Mangueira) na voz de Alcione 04 - Dia do Fico (Cabana - Escola: Beija Flor) na voz de Moska
05 - Aquarela Brasileira (Silas de Oliveira) na voz de Simone
06 - Os Cinco Bailes da história do Rio (Silas de Oliveira /Bacalhau/Dona Ivone - Império Serrano) na voz de Dona Ivone e Toni Garrido
07 - Dona Beja (Aurinho da Ilha) na voz de Leci Brandão
08 - Sublime Pergaminho (Nilton Russo / Zeca Melodia / Carlinhos Madrugada - Unidos de Lucas) na voz de Emilio Santiago
09 - Heróis da Liberdade (Mano Décio / Silas de Oliveira / Manoel Ferreira - Imperio Serrano) na voz de Maria Rita
10 - Onde o Brasil aprendeu a Liberdade (Martinho da Vila) na voz de Lenine
11 - Os Sertões (Edeor de Paula) na voz de Fernanda Abreu
12 - Hino Nacional do Brasil (Joaquim Osório Duque Estrada / Francisco Manuel da Silva), percussão Grupo Cavaleiros de Jorge


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sábado, 5 de dezembro de 2009

Papo de Teleco Teco: A música brasileira deste século por seus cantores e intérpretes Vol. 5

Fernano Faro criou o Ensaio em 1969, um programa onde os músicos se apresentam interagindo com o apresentador onde além de cantarem suas músicas, contam histórias e fatos cotidianos de sua carreira. Foi partindo destes programas que em 2000 Danilo Santos Miranda e J. C. Botezelli, o Pelão transformaram tais registros em uma série de discos intitulados "A música brasileira deste século por seus autores e intérpretes". Geraldo Filme, Paraguassu, Adoniran, Roberto Silva e Cyro Monteiro são alguns dos nomes desta série que pode ser considerada como um dos maiores registros da cultura musical brasileira. O Ecos disponibiliza agora o 5º vol desta série e em breve outros virão, afinal Isto é Papo de Teleco Teco. *Créditos dos discos ao Um que tenha* por Ecos











































































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